De revistas científicas a jornais digitais: veja as publicações famosas que abriram seu conteúdo ao público durante a pandemia do coronavírus

Em meio ao compartilhamento de fake news, poder contar com informação de qualidade é fundamental

O novo coronavírus tem mudado a rotina e a vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Para lidar com a situação, uma das medidas mais recorrentes adotadas pelos governos é a quarentena, reduzindo, assim, a circulação de pessoas e, consequentemente, a propagação do vírus.

Visando manter a sociedade bem informada dos acontecimentos no Brasil e no mundo, além de conservar seu conforto em poder visualizar tudo de casa, várias revistas e jornais digitais têm liberado o acesso de seus conteúdos para não assinantes, sem cobrar nada por isso.

O mais interessante é que essa atitude contribui para uma maior conscientização da população de uma forma geral, evitando, em certa medida, a propagação de fake news e de informações nada confiáveis sobre o novo coronavírus.

Informação X coronavírus

Manter-se, minimamente, informado durante um momento tão atípico como o de agora, com a pandemia do novo coronavírus, é fundamental. O motivo é que, por desconhecimento, má-fé ou má intenção, várias notícias falsas, as famosas fake news, ganham as redes com uma velocidade tão grande quanto a do vírus.

Por isso mesmo que uma apuração jornalística se faz tão necessária, para poder checar os fatos, acrescentar informações complementares, bem como esclarecer questões que são mais técnicas para a população.

Além do mais, o trabalho jornalístico de busca por informações verdadeiras é também um tipo de prestação de serviço à sociedade, precisando ser feito com qualidade, liberdade de expressão e respeito ao profissional e à sua profissão.

Levando tudo isso em consideração, várias revistas científicas e jornais digitais do Brasil e do mundo têm oferecido conteúdo livre e gratuito para que já é assinante, ou não, facilitando, assim, o acesso da população a tais conteúdos.

Science e Nature

As famosas revistas científicas Science e Nature são dois exemplos de renome internacional que liberaram “o acesso a documentos e dados publicados sobre o coronavírus e outras epidemias, a partir de estudos que já estão sendo divulgados”, segundo o Jornal da USP. Tal medida auxilia, principalmente, os estudiosos do ramo da Ciência, porque essas publicações fornecem dados, pesquisas e artigos para esse público específico.

The New England Journal of Medicine

O Jornal de Medicina da Nova Inglaterra, em sua tradução literal, é uma das publicações científicas de maior peso na área médica. Sua opção foi criar uma página específica, oferecendo, dessa forma, vários recursos para pesquisa.

DotLib Brasil

A distribuidora on-line de conteúdo científico e acadêmico também aderiu à iniciativa de acesso gratuito, liberando livros digitais e bases para diversas áreas do conhecimento.

Jornais e portais brasileiros

Mas não são apenas as revistas e periódicos científicos internacionais que têm valorizado a iniciativa de liberar conteúdo gratuito para não assinantes. No Brasil, pelo menos 12 jornais têm liberado o acesso para notícias sobre o novo coronavírus. São eles:

  • Em São Paulo: Folha de S. Paulo;
  • Na Bahia: Folha e Correio;
  • No Ceará: O Povo;
  • No Rio Grande do Sul: GaúchaZH, O Correio do Povo e Jornal do Comércio;
  • No Paraná: Gazeta do Povo;
  • Em Santa Catarina: NSC Total;
  • No Espírito Santo: A Gazeta,
  • Em Goiás: O Popular.

Globoplay

O canal de streaming da TV Globo também foi colocado à disposição de não assinantes, oferecendo entretenimento para todas as idades durante a quarentena. São 30 dias para poder assistir filmes, séries e documentários gratuitamente no Globoplay. Assim, você garante muito mais diversão no conforto da sua casa.

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O que acontece com o adiamento da Premier League e outras ligas de futebol pelo mundo?

Além do impacto sobre eventos, como a Copa do Mundo, crise provocada pela COVID-19 diminui a arrecadação financeira dos clubes devido à falta de público nos estádios

O rastro de paralisação deixado pelo coronavírus pelo mundo não atinge somente famílias, empresas e comerciantes, mas também os produtos premier das ligas futebolísticas mundiais. Em 19 de março, a Premier League, liga profissional de futebol da Inglaterra, anunciou a prorrogação da suspensão de jogos no país até 30 de abril.

Essa liga também apoiou o adiamento da Eurocopa, que ocorreria em 2020, mas foi posposta para o ano seguinte em função da pandemia. A Eurocopa é o principal campeonato entre seleções dos países da União das Associações Europeias de Futebol (UEFA, em inglês) e acontece a cada quatro anos, desde 1960.

Na Europa, apenas a Bielorrússia manteve os jogos do campeonato futebolístico nacional. A liga do país, situado no Leste Europeu, conta com 16 clubes e manteve os portões dos estádios abertos, contrariando as recomendações da Organização Mundial da Saúde de evitar aglomerações sociais para reduzir as chances de disseminação do coronavírus.

Em 31 de março, as autoridades internacionais de saúde já contavam mais de 41 mil mortes causadas pela COVID-19 em todo o mundo. Até esta data, contabilizou-se cerca de 828 mil contágios confirmados em 186 países, ou territórios, de acordo com a Agência de notícias AFP.

Adiamentos pelo mundo

O adiamento também foi visto em outros continentes. A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) decidiu adiar a Libertadores da América, um dos principais campeonatos do continente, por tempo indeterminado. A Copa América foi postergada para 2021. Os jogos desse torneio estavam previstos para ocorrerem entre junho e julho, na Argentina e na Colômbia.

Em função da disseminação do coronavírus, a Turquia também suspendeu todos os campeonatos esportivos no país — desde futebol até basquete e vôlei. A data de retorno de tais competições ainda não foi definida e as autoridades do país aguardam o desenrolar do combate à doença nas próximas semanas.

O mesmo acontece nos Estados Unidos, onde a Major Soccer League, principal liga de futebol profissional do país, foi suspensa até o final de abril. Em entrevista ao canal FOX Sports, o médico virologista alemão Jonas Schmidt estima que a maioria das competições só retorne em 2021.

Impactos sobre os clubes e campeonatos

Adiar competições, como a Eurocopa 2020 e a Copa América, para o ano seguinte também terá impactos, ainda imprevisíveis, sobre as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, que ocorrerá no Qatar.

A indústria do esporte depende profundamente de calendários. Antes das quarentenas que se espalham pelo mundo, houve alguns jogos sem público. A pandemia da COVID-19 retirou os torcedores dos estádios, o que impactou diretamente a disponibilidade financeira dos clubes de futebol.

De acordo com Guilherme Bellintani, presidente do Clube Bahia, o balanço financeiro do time aguenta, no máximo, três meses sem a renda advinda da presença do público nos estádios. Sem jogos, os clubes também correm o risco de perderem o contrato com as emissoras de canais da TV.

Uma proposta apresentada pela Comissão Nacional de Clubes é a antecipação de férias dos jogadores, até 21 de abril. Se os torneios continuarem suspensos após esse período, a remuneração dos atletas e da equipe técnica seria reduzida em 50% nos 30 dias seguintes.

Se a suspensão seguir nas semanas posteriores, a Comissão propõe a interrupção dos contratos de trabalho até o retorno dos torneios. A proposta de redução salarial não foi aceita pelos jogadores e a negociação segue sem resolução definida.

Influência sobre a economia

Outro fator importante é a taxa cambial. A desvalorização do real em comparação a moedas estrangeiras, como o euro e o dólar estadunidense, implica à pressão inflacionária, que reduz o poder de consumo de modo geral. Essa redução pode ser sensivelmente maior em atividades supérfluas, como o futebol, o que significaria queda de receitas com bilheteria e marketing

A crise econômica que pode chegar após a pandemia reduzirá o crescimento do PIB nacional. Nesse cenário, há menos investimentos publicitários, o que também reduz as receitas dos clubes brasileiros. Em suma: menos dinheiro nas mãos de torcedores reduz a quantidade de dinheiro nos caixas dos clubes.

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Saiba como incentivar a economia local

Micro e pequenos negócios são responsáveis por grande parte das oportunidades de emprego formal

Com o intuito de manter o maior número de pessoas em segurança, o isolamento social fez com que se iniciasse uma quarentena, devido ao novo coronavírus. Com isso, comércios de diversos segmentos não essenciais tiveram que fechar as portas por tempo indeterminado.

Mas enquanto boa parte das pessoas estão em casa, os microempreendedores seguem sem a renda esperada pelos seus serviços. Com isso, a maioria deles, como pequenos mercados e restaurantes, passou a investir na Internet para continuar atuando.

Apesar da disponibilidade, é comum que o público busque por grandes redes ao cogitar serviços de delivery, em vez da pizzaria do bairro ou do mercadinho próximo. Por conta disso, o comércio local acaba enfraquecendo, dificultando ainda mais a recuperação do microempreendedor.

A importância de fortalecer o micro e pequeno negócio local

Poucos consumidores se lembram dos pequenos comércios nos bairros durante momentos como o atual, em que o mundo encara uma pandemia. Os negócios locais são os principais incumbidos pelo fornecimento de itens básicos, como alimentos, remédios, produtos de higiene e limpeza, e afins para a região, de maneira facilitada.

Além disso, os micro e pequenos negócios dos bairros estimulam uma concorrência saudável e, consequentemente, aumentam a oferta para os moradores da região. A longo prazo, os microempreendedores também são responsáveis por atrair investidores para a área, uma vez que eles ainda são motivadores da arrecadação de altas cargas de imposto.

Outro ponto importante a ser considerado é que os comércios locais são causadores da geração de emprego na comunidade em que atuam. Eles, ainda, operam junto aos demais comerciantes do bairro, proporcionando um desenvolvimento da região em questão.

De acordo com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os negócios de micro e pequeno porte somam 99% do número total do país e representam 27% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. Além disso, são responsáveis por 54% dos empregos formais e 44% da massa salarial.

Como ajudar o pequeno comércio

Como visto acima, o comércio local oferece mais benefícios que o imaginado pela maioria das pessoas. Então, neste momento tão delicado, é necessário apoiar os microempreendedores e ajudá-los a manter o seu negócio ativo.

Quando um comércio local encerra suas atividades, isso afeta, ainda, os demais. Isso acontece porque os negócios de bairro funcionam como uma rede, na qual um micro ou pequeno empreendimento também consome produtos e serviços de demais micro e pequenos estabelecimentos da região. Com isso, consumindo as ofertas de um, é possível fazer com que outros também tenham sua economia estimulada.

Portanto, para contribuir com a economia local, o primeiro passo é optar por comprar itens indispensáveis dos pequenos comerciantes, como alimentos e produtos de higiene pessoal. Por conta da pandemia, diversos comércios se cadastraram em aplicativos de delivery, facilitando, assim, o acesso dos consumidores.

Caso eles não estejam presentes em plataformas, uma dica é entrar em contato com o comércio, para se informar sobre a possibilidade de realizar compras à distância. Por se tratar de uma região menor, há grandes chances da ação ser viável.

Se possível, contribua na divulgação do mercadinho, padaria, lanchonete, pizzaria ou farmácia do seu bairro. Estimule seus amigos e vizinhos a consumirem produtos de redes menores, em vez de optar pelas mais famosas. Essa, inclusive, é uma das maneiras de utilizar a tecnologia para ajudar outras pessoas durante a quarentena.

É importante manter esse pensamento e ações além do período de isolamento. Isso não quer dizer que você deva deixar de consumir de grandes redes, mas que considere, também, as opções disponíveis em sua região.

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O que é landing page e como pode ajudar seu negócio

Landing page é uma página destinada à conversão de um visitante em lead. Elas são muito importantes para as estratégias em marketing digital, uma vez que existem milhares de páginas concorrentes.

Os conteúdos são muito importantes para agregar valor aos consumidores, no entanto, é necessário investir em páginas que aceleram as conversões e que tragam oportunidades reais para as marcas.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é landing page, quando usá-las e como elas ajudam milhares de empresas em suas ações e estratégias.

O que é landing page?

Landing page é um termo em inglês que pode ser traduzido como “página de aterrissagem”. Ou seja, é aquela página que o cliente acessa quando pesquisa por determinado assunto.

Por exemplo, se ele pesquisar por veterinário de animais exóticos, e dentro do site que acessar houver um botão para preencher um formulário para obter um conteúdo de valor, como um e-book, ele estará sendo encaminhado para uma página de aterrissagem.

Dentro do conceito de marketing digital, landing page é uma página criada para a conversão de usuários em leads, e de leads em clientes.

Elas contêm menos elementos e links do que uma página comum, pois o único objetivo dela é a conversão.

Quando usar landing page

Existem diversos tipos de landing page que podem ser usadas, como:

  • Landing Page conversão;
  • Landing Page progressive profile;
  • Landing Page de pagamento social;
  • Thank you page.

Cada uma destas páginas deve ser usada em uma situação. No entanto, se uma fabricante de esqueleto humano feminino usa várias páginas de aterrissagem, ela possui mais chances de conversão, e isso é válido para qualquer organização.

Algumas dicas para usá-las da melhor maneira seriam:

  • Conversão: Divulgação nas redes sociais, banners no site e publicidade on-line; 
  • Pagamento social: trilhas de nutrição de leads; 
  • Progressive profile: divulgar em e-mail; 
  • Thank you page: as anteriores devem ser direcionadas para essa.

Como a landing page ajuda as empresas?

A landing page é essencial porque ela permite que as empresas obtenham o nome e um e-mail do usuário. Ou seja, ela ajuda na conversão de usuários em leads.

Quando um visitante acessa a landing page e preenche o formulário para baixar um material de valor, por exemplo, ele se torna um potencial cliente.

Depois dessa primeira conversão, uma clínica veterinária e pet shop pode começar o processo de nutrição de leads. 

Isso pode ser feito por meio de e-mails, que vão ajudar a marca a descobrir outras informações importantes.

Por meio deles é possível saber de onde é o lead, sua idade, se é homem ou mulher, quais redes sociais utiliza, entre outras informações. 

O próprio lead também vai aprender mais sobre a marca e as soluções que ela oferece.

Enquanto nutre o lead, a empresa pode mostrar como são seus bastidores, a proposta de valor que ela tem a oferecer, depoimentos de clientes e cases de sucesso.

Um buffet para noivado, por exemplo, pode oferecer informações e alternativas para solucionar os problemas do lead.

Outra possibilidade é direcionar o lead para páginas específicas do site que tenham ofertas complementares.

Depois desse processo de nutrição, é possível fazer uso de outra landing page para converter o lead em clientes, ou seja, conquistar a venda.

Para fazer isso, uma boa estratégia é fazer uso dos vídeos na landing page para vendas. Por exemplo, uma desenvolvedora de software, pode investir em um vídeo explicativo que mostra o passo a passo de como usar seu software.

Quando o lead fundo de funil tem acesso a esse tipo de material, que é rico e oferece uma explicação mais aprofundada sobre a solução que ele precisa, as taxas de conversão aumentam consideravelmente.

Conclusão

As landing pages oferecem incontáveis possibilidades para conversões, bem como para aperfeiçoar suas táticas de venda. Mas é preciso atentar-se a cada detalhe de sua construção, para que ela realmente funcione.

Dentre esses detalhes estão as necessidades da persona, buscando sempre uma maneira de gerar valor para ela. Dessa forma, é possível criar uma página que realmente consiga converter.

Gerar leads é importante, pois é por meio deles que novas oportunidades surgem para as marcas. 

E na landing page é possível oferecer aos potenciais clientes todo o tipo de conteúdo que mostre que, mais do que vender, a empresa está preocupada em trazer a solução que ele precisa.  

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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O que é Instagram Ads e como pode ajudar sua empresa

O Instagram Ads é considerado uma das melhores redes sociais para as empresas se relacionarem com seus clientes e potenciais clientes.

Isso, porque ele tem uma das maiores audiências da internet, com mais de 1 bilhão de usuários em todo o mundo. 

Importante ressaltar, que só o Brasil tem uma presença muito forte de usuários nessa plataforma, com quase 64 milhões de usuários.

Por isso, ele é considerado uma excelente oportunidade para que as marcas possam divulgar seus produtos e serviços, independentemente de seu mercado de atuação.

Neste artigo, vamos mostrar o que é o Instagram Ads, suas vantagens e como ele pode ser usado.

O que é Instagram Ads?

O Instagram é uma rede social que permite que as empresas anunciem tanto no feed de notícias quanto no stories. 

As postagens podem ser veiculadas no formato de fotos, vídeos ou carrossel com sequência de imagens.

Por isso, se uma empresa de emplacamento de moto anuncia no Instagram, ela consegue atrair mais pessoas, gerando visualizações e reconhecimento de sua marca.

Vantagens do Instagram Ads

As redes sociais como um todo trazem muitos benefícios para as marcas. Isso, porque é possível encontrar nelas todo o tipo de público, com pessoas interessadas nos mais variados produtos e serviços.

O Instagram Ads traz muitas vantagens para as empresas. Dentre as principais estão:

Mais tráfego para o site

Quando uma empresa anuncia no Instagram, ela tem a opção de colocar na postagem o link do site. 

Consequentemente o tráfego da página aumenta, o que deixa a sua marca mais bem colocada e sempre um passo a frente da concorrência.

Alcance de público qualificado

Quando uma empresa abre uma conta na rede social, ela está em contato com o público que realmente tem interesse em seus produtos e serviços, por exemplo uma transferencia de moto.

Assim, os anúncios feitos chegam até pessoas que são mais propensas a fecharem negócio com a marca, o que facilita as vendas.

Só que para ter acesso a essas vantagens, é importante que as empresas saibam como anunciar nesta rede social.

Como usar o Instagram Ads?

O Instagram é parte fundamental das estratégias em marketing digital de qualquer empresa.

Afinal, oferece vantagens e facilidades, como:

  • Qualquer um pode anunciar;
  • Fácil segmentação de público;
  • Maior engajamento do público;
  • Anúncios fáceis de serem veiculados;
  • Entre outros pontos.

Sendo assim, é imprescindível que as empresas saibam anunciar no Instagram. Por isso, separamos algumas dicas importantes.

1 – Ter um objetivo claro

Para uma boa ação de marketing, uma instaladora de kit GNV 5 geração deve ter em mente o seu objetivo. Algumas empresas querem vender, outras querem mais conversões ou mais visibilidade.

Para cada objetivo existe uma maneira diferente de trabalhar as campanhas. Por isso, é necessário saber o objetivo, como fazê-lo e conhecer boas estratégias de mídia.

2 – Pensar no tópico do anúncio

Depois de estabelecer um objetivo, é importante destacar o anúncio, afinal, existem milhares de outras empresas anunciando.

Se o objetivo é converter pessoas que procuram por clínicas veterinárias em leads, uma dica é usar palavras como clínica veterinária 24 horas no anúncio.

Tudo isso deve ser feito com base no entendimento da necessidade da persona. Qual é o problema dela? De que maneira meu produto ou serviço vai ajudar? Como atrair a atenção dela?

3 – Planejar o anúncio

Antes de publicar, é preciso entender que o usuário tem acesso diário com milhares de anúncios do interesse dele. 

Por isso, a campanha deve prender a atenção, ser impactante e usar uma imagem que desperte sua curiosidade e o leve até uma leitura.

Além disso, o anunciante não só pode como deve usar call to action em seus anúncios no Instagram Ads. 

Alguns termos que ele pode usar, são:

  • Solicitar agora;
  • Reservar agora;
  • Baixar;
  • Saiba mais.

4 – Usar hashtags

As hashtags são marca registrada dessa rede social. Elas são importantes para direcionar a comunicação. 

A marca pode criar sua própria hashtag, o que aumenta sua notoriedade e a interação com o público.

Já pensou, diversos clientes usando uma hashtag criada por você?! Isso, com certeza, aumentaria sua visibilidade e credibilidade.

Conclusão

O Instagram é uma rede social inteligente que se baseia na publicação de imagens, por isso, é fundamental que as organizações estejam atentas a isso, para que possam trabalhar seus anúncios da melhor maneira.

Em vista da quantidade enorme de usuários, fica fácil encontrar nessa rede social as pessoas que têm interesse no que as marcas vendem. Mesmo assim, é necessário saber como utilizar a plataforma.

Quando as estratégias corretas são aplicadas, as campanhas em marketing e publicidade pelo Instagram trazem resultados muito promissores, que fazem a empresa crescer dentro do mercado de atuação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Top News Tech, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas de Inbound Marketing para veterinários

O Inbound Marketing é uma estratégia que tem sido utilizada por muitas empresas, de absolutamente todos os segmentos.

Isso porque, diferentemente do marketing tradicional, o marketing digital trouxe um novo conceito focado em oferecer aos consumidores aquilo que eles realmente precisam.

Para as clínicas veterinárias e veterinários autônomos não é diferente. Mais do que vender os seus serviços, eles também precisam se voltar para a necessidade real de seu público-alvo.

Neste artigo, vamos falar sobre o que é Inbound Marketing, sua importância e dar dicas práticas para esses profissionais.

O que é Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é uma estratégia do marketing digital, focada em atrair, converter e encantar clientes. 

Também conhecido como Marketing de Atração, ele possibilita uma conexão entre empresa e público-alvo.

Para isso, ele faz uso de algumas táticas como o SEO, Marketing de Conteúdo e redes sociais. 

Isso acontece com a criação de conteúdos que são compartilhados e conquistam a permissão dos consumidores para uma comunicação efetiva.

Importância do Inbound Marketing

O Inbound Marketing é importante para um hospital veterinário 24 horas porque traz diversas vantagens, como:

  • Alcance do público certo;
  • Aumenta o poder de persuasão;
  • Diminui os custos;
  • Encurta o ciclo de vendas.

Ao alcançar o público certo, a clínica veterinária se comunica com pessoas que realmente têm potencial para se tornarem clientes. Por meio disso, é possível aumentar o poder de persuasão com base em argumentos sólidos.

Quando isso acontece, a clínica gasta menos dinheiro com pessoas que não se interessam pelos seus serviços, tentando atraí-las. Além disso, por estar trabalhando com quem realmente se interessa, as chances de vendas são maiores e mais rápidas.

Dicas de Inbound Marketing para clínicas veterinárias

Em vista da importância do Inbound para o setor veterinário, desde clínicas até fabricantes de comida natural para cachorro, as principais dicas para aplicá-lo são:

1.    Elabore estratégias para o funil de vendas

O funil de vendas é dividido entre topo, meio e fundo de funil. É importante disponibilizar materiais ricos para cada uma dessas etapas.

Por meio de bons materiais, fica mais fácil educar o futuro cliente e torná-lo mais propício a fazer negócios com a clínica.

2.    Produza conteúdos em vários canais

O Inbound marketing proporciona trabalhar com diferentes canais, principalmente com blogs e redes sociais. Os conteúdos veiculados precisam ser relevantes e dialogar com o público.

Por exemplo, um oftalmologista cachorro pode criar um blog e nele publicar conteúdos relacionados à saúde do animal. 

Além disso, pode dar dicas de cuidados com os pets, explicar por que levar o animal a um oftalmologista, entre outros pontos.

Também podem ser criados vídeos explicativos, e-book e newsletter de saúde animal. Os vídeos podem ser veiculados nas redes sociais, enquanto o e-mail marketing veicula outros conteúdos.

3.    Use e-mail marketing

O e-mail marketing é muito importante para manter um relacionamento contínuo com o cliente. 

Por meio dele podem ser enviadas as newsletters. Esse material contém as principais informações do mês ou da semana, relacionadas aos pets.

4.    Desenvolva parcerias

Uma clínica veterinária pode se aliar com um pet shop de banho e tosa leva e traz, pois isso causa um bom impacto com o público-alvo.

Uma dica é fazer promoções durante essa parceria. Por exemplo, se o cliente fizer uma consulta, o pet ganha um banho ou uma tosa. 

Mas é importante que isso seja divulgado em canais como as redes sociais, por exemplo.

5.    Invista em SEO

Assim como é importante investir em conteúdo de valor para atrair o consumidor, é importante usar estratégias de SEO nesses conteúdos.

Isso, porque as pessoas pesquisam muita informação na internet antes de tomar uma decisão. 

Então, é necessário usar algumas palavras-chave nesses conteúdos para que o site ou blog da clínica seja facilmente encontrado na internet.

Uma dica é pesquisar quais são as palavras-chave mais buscadas em seu segmento e criar conteúdos que as utilizem um determinado número de vezes. Isso permite que o Google reconheça essa palavra e classifique o conteúdo como relevante.

Conclusão

O Inbound Marketing é uma estratégia de atração orgânica, de baixo custo e que traz excelentes resultados. 

É uma maneira de, mais do que divulgar a clínica para as pessoas certas, mostrar autoridade no assunto.

Dessa maneira, o profissional oferece aquilo que o público realmente precisa, entregando conteúdo de valor e conquistando clientes que podem facilmente ser fidelizados.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Uso de animais em pesquisas causa divisão na comunidade acadêmica: entenda os dois lados

Camundongos ainda têm sido muito usados nos laboratórios para pesquisas científicas

Uma das grandes discussões que, há anos, persiste no universo científico é em relação ao uso de animais como cobaias para pesquisas. Se, por um lado, existe uma necessidade de buscar medicamentos e até curas para certas doenças, por outro, há a preocupação com uma vida que está sendo manipulada.

Por muito tempo, o uso desses bichinhos, como roedores, nunca foi sequer questionado, mas a pressão feita por grupos e comunidades que não acreditam na utilização de cobaias como único meio de desenvolvimento científico, tem colaborado para mudanças, inclusive, na legislação brasileira.

Além disso, os diversos avanços tecnológicos têm permitido à comunidade científica substituir, gradativamente, esses animais, promovendo, assim, uma relação mais respeitosa e menos agressiva com o meio ambiente.

Uso de cobaias

Sabe-se que, para chegar à determinadas conclusões, no que diz respeito ao funcionamento de substâncias e ativos, é preciso fazer testes. Estes estudos vão dizer aos pesquisadores de que modo tais substâncias irão agir no organismo. É a partir disso que são produzidos medicamentos, vacinas, kits de diagnósticos, etc.

Só que, para não pôr em risco a vida humana, ao realizar pesquisas com essas substâncias, ainda parcialmente desconhecidas, acabamos por recorrer às chamadas cobaias, que são usadas em experimentos científicos.

No entanto, a própria comunidade acadêmica tem se dividido ao pautar o uso de animais para tal fim. Por que, afinal de contas, uma vida teria mais valor que as outras?

Cobaias (ainda) são necessárias

De acordo com Carla de Freitas Campos médica-veterinária e diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz), o uso de cobaias para a testagem de substâncias ainda é muito necessária, como afirmou em entrevista à revista Radis, em matéria publicada pela FioCruz.

Ela explica que “ninguém opta por usar animais, havendo métodos alternativos validados e comprovadamente eficazes para aquele teste, mas, ainda hoje, apesar da evolução tecnológica, não existem alternativas válidas para todos os estudos que precisam ser realizados”.

A veterinária explica que, até o momento, as cobaias usadas nos estudos científicos, na sua maioria camundongos, ainda têm uma proximidade maior no que diz respeito ao funcionamento do organismo humano, por isso não podem deixar de ser utilizadas.

Esses animais são necessários, segundo Carla, para que os cientistas consigam conhecer “o comportamento das doenças e entender de que modo se dão as interações das substâncias com os micro-organismos em organismos vivos, para desenvolvermos os tratamentos cirúrgicos ou clínicos, para a imunização de animais e de pessoas, para determinados tipos de testes diagnósticos”.

Isso não significa uma inexistência de princípios no uso desses animais. A ciência de cobaias de laboratório é regida pelos 3Rs: redução do número de animais utilizados, refinamento na condução dos estudos, minimizando o sofrimento dos seres e reposição, ou seja, busca por métodos alternativos.

Lei Arouca

No Brasil, o uso de animais em pesquisa científica é regulamentado pela Lei 11.794, de 2008, conhecida como Lei Arouca — nome dado em homenagem ao autor do projeto, o médico sanitarista Sergio Arouca.

A partir dessa lei, foi criado o Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea), com o papel de expedir e fazer cumprir normas relativas ao uso animal com intuito científico e de ensino, além de avaliar a possibilidade de introdução de técnicas que possam substituir a utilização das cobaias.

Maior consciência no uso de animais

A presença de princípios como os 3 Rs, bem como a regulamentação de leis para o uso de cobaias, são alguns sinais de avanço para que, futuramente, animais não sejam manipulados de forma alguma, pois, “animal não é insumo, é um ser vivo”, como enfatiza a médica-veterinária Maria Inês Doria.

Ela é coordenadora do Mestrado Profissional em Ciência em Animais de Laboratório do ICTB/Fiocruz, primeiro no Brasil a tratar dessa temática. O objetivo é levar o aluno a usar mais os 3 Rs para, em algum momento futuro, abolir de vez essas práticas de manipulação animal.

A pesquisadora conclui dizendo que “é importante entender que, quando se pratica um teste, muitas vezes se está entregando a vida de um animal em prol da vida de pessoas e também de outros animais. Isso tem que ser respeitado. Trabalhamos com a vida e a vida não tem preço”.

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Filmes e documentários que nos ajudam a ressignificar a solidão

Esse sentimento complexo que faz parte das nossas vidas também está presente na arte

A solidão está presente na vida humana desde o nascimento até a morte. Isso porque todos nós nascemos e morremos sozinhos, sem trazer ou levar ninguém conosco. O que nem todo mundo sabe é como lidar com algo, aparentemente, tão natural no decorrer da nossa existência.

Seja na ida ao médico, na hora de fazer as compras de supermercado ou numa viagem de retorno à casa dos pais pela Viação Cometa, vários são os momentos em que as pessoas podem ter essa sensação de solitude.

Mais que isso, existem várias convenções e pressões sociais que acabam nos levando a crer que ficar sozinho é, de fato, algo horrível. Então, porque não refletir a respeito desse sentimento tão complexo? Uma das formas é ressignificá-lo através da arte, com filmes e documentários.

As diferentes causas da solidão

Os versos de Paulinho da Viola diziam que a “solidão é lava que cobre tudo; amargura em minha boca; sorri seus dentes de chumbo. Já segundo os de Alceu Valença, “a solidão é fera, a solidão devora; é amiga das horas prima irmã do tempo; e faz nossos relógios caminharem lentos; causando um descompasso no meu coração”.

Esse sentimento altamente complicado é visto de maneiras e em diferentes e em momentos da vida. Existe a solidão inevitável, própria do humano, mas também aquela que é fruto do sentimento de abandono.

O vazio existencial também pode ser entendido como solidão, um sentimento de incompatibilidade com a realidade, enquanto se busca (ou não) compreender qual o sentido da vida.

Há também a solidão necessária para que possamos alcançar certos patamares psicológicos e espirituais, a exemplo do autoconhecimento e do contato com seres divinos e místicos.

Enfim, o olhar sobre a solidão não pode ser definido por um único ângulo, já que este sentimento aparece de diversas formas ao longo das nossas trajetórias humanas. A arte, por sua vez, pode incorporar essa emoção através de filmes e documentários, que acabam por nos ajudar a ressignificar o que é a solitude.

Wall-E (2008)

Essa animação da Pixar, traz a história do pequeno Wall-E, um robô criado para compactar o lixo existente no planeta Terra de 2110 d.C.. Os humanos já não habitam mais ali, devido à destruição ambiental e contaminação do ar, restando ao robozinho a tarefa de reunir os restos que ainda permeiam o antigo Planeta Azul.

Apesar de ser uma animação futurista, o filme traz questões como a degradação humana e suas consequências, mas também mostra a solidão sentida por um ser robótico, diferente de nós.

A Era da Solidão (2016)

Para quem prefere assistir a documentários, A Era da Solidão é uma ótima pedida por abordar essa temática que é tratada como uma verdadeira epidemia que assola tanto os mais novos quanto os mais velhos na nossa sociedade atual.

O documentário da BBC, dirigido por Sue Born, traz questionamentos um tanto quanto pertinentes ao século XXI, em que tudo se faz mais rápido e fácil, graças à tecnologia, mas ainda assim não é capaz de suprir a finitude humana.

Náufrago (2000)

Um dos maiores clássicos do universo cinematográfico, quando se pensa em solidão, sem sombra de dúvidas, é o Náufrago. O filme, estrelado por Tom Hanks, conta a história de um engenheiro de sistemas que, por conta de um acidente aéreo, acaba ficando preso numa ilha deserta por quatro anos.

Sozinho, o personagem precisa se adaptar à nova realidade, enquanto se relaciona com uma bola de vôlei a qual chama de Wilson, devido ao nome da marca do objeto. Uma verdadeira lição de sobrevivência em meio à total solidão.

Jovem Solidão (2018)

Outro documentário que aborda a temática da solidão, dessa vez focada no diálogo entre a cineasta francesa Claire Simon com adolescentes do ensino médio, nos subúrbios de Paris.

A partir desse diálogo, histórias vão surgindo: são as narrativas vividas por cada um desses jovens, que engloba, além da solidão, as relações familiares, as paixões concretizadas ou não, e um pouco da experiência particular de cada um.

Como Ser Solteira (2016)

O filme traz uma nova ideia do que a solidão pode significar. Na história, a personagem principal decide dar um tempo no seu relacionamento na tentativa de se conhecer. No entanto, quando se arrepende, percebe que é tarde demais.

Em meio ao medo de ficar só, a jovem se relaciona com diferentes tipos de homens para, no final, descobrir que, às vezes, ficar sozinha é a melhor forma de se reencontrar.

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6 ferramentas para diminuir o tempo em redes sociais

Conheça aplicativos e alguns segredos das redes sociais e dos sistemas operacionais dos smartphones para diminuir o tempo online.

O ponto de partida para diminuir o tempo de uso de redes sociais é saber o quanto dele é utilizado, seja por dia, por semana ou por mês. Isso não é algo simples de ser monitorado, porém, para nossa felicidade, hoje em dia, há diversas ferramentas de tecnologia que executam essa tarefa automaticamente.

O objetivo principal desse monitoramento é auxiliar o usuário a realizar um levantamento e, assim, combater, ou prevenir, um possível vício, que tem sido apontado como um problema que, a cada dia, se torna mais frequente entre a população.

Grandes redes sociais, como o Facebook e o Instagram, já permitem que os seus utilizadores tenham ciência do tempo de uso — ainda que de forma parcial. No entanto, essas ferramentas não são as únicas. Confira, abaixo, seis delas.

Seu tempo — Facebook

No painel de controle do aplicativo do Facebook, há a opção “Seu tempo no Facebook”, que comunica ao usuário o tempo médio diário que ele passa na rede social. Para ter acesso a essa funcionalidade, basta ir em “Configurações & Privacidade”.

Minha atividade — Instagram

Da mesma forma que o Facebook, o Instagram também informa ao usuário quanto tempo, em média, ele passa por dia navegando no aplicativo. Além disso, também há como acionar um temporizador para controlar a utilização. Para acessar essa ferramenta, vá na aba principal do seu perfil e clique na opção “Minha atividade”.

Tempo de exibição — YouTube

O YouTube, uma das mais importantes mídias sociais do Google, também dá aos seus espectadores a oportunidade de controlar o tempo assistido no aplicativo. Para isso, basta clicar no ícone do seu perfil e acessar a opção “Tempo de exibição”.

Lá serão disponibilizadas estatísticas de hoje, de ontem e da semana passada, além da média por dia. Ademais, ainda há como desativar algumas funcionalidades de notificações do aplicativo para auxiliar na redução de sua utilização.

Bem-estar digital — Android 9

A versão Android 9 do sistema operacional do Google possui a ferramenta exclusiva “Bem-estar digital”, que ajuda o utilizador a controlar o tempo de uso do seu smartphone.

Para localizá-la, basta ir até “Configurações” e clicar na opção “Bem-estar digital”. Ao acessá-la, será possível visualizar um painel de controle que informa durante quanto tempo a tela do celular ficou ligada e qual aplicativo foi mais usado em todo  esse período.

Ainda, há as alternativas de fazer ajustes em um temporizador a fim de traçar limites de utilização de certos aplicativos e também de determinar horários de descanso, onde notificações não serão recebidas.

Tempo de uso — iOS 12

A partir do lançamento do iOS 12, a Apple passou a oferecer aos utilizadores do iPhone a opção de monitorar e controlar o tempo de uso no smartphone. O funcionamento dessa ferramenta é bastante similar ao do Android 9, descrita acima, e o acesso é dado a partir de “Ajustes” e, em seguida, “Tempo de uso”.

Forest

Por fim, o Forest é um aplicativo de produtividade — disponível tanto na Google Play Store, para os utilizadores do Android, quanto na App Store, para os usuários do iOs — que tem como objetivo auxiliar o usuário a superar o vício em smartphone.

O Forest é uma espécie de jogo social que funciona da seguinte maneira: o utilizador estabelece um tempo em que não pode usar o celular e ele é contabilizado pelo aplicativo regressivamente. Ao fim do tempo, caso o usuário tenha cumprido seu objetivo, ele ganha recompensas que, no caso, são árvores plantadas.

No entanto, caso tenha falhado, independente do motivo, uma árvore é destruída e será preciso fazer ainda mais esforço para ter novas conquistas. Além disso, é possível se conectar ao Facebook, onde há um ranking entre os amigos da rede social.

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Como escrever uma postagem de blog impressionante em 5 etapas

Como escrever uma postagem no blog 

Primeiro, um aviso de isenção de responsabilidade – todo o processo de escrever uma postagem de blog geralmente leva mais de algumas horas, mesmo que você possa digitar oitenta palavras por minuto e suas habilidades de escrita sejam precisas. Desde a semente da idéia até finalmente clicar em “Publicar”, você pode passar vários dias ou talvez uma semana “escrevendo” uma postagem no blog, mas é importante passar essas horas vitais planejando sua postagem e até pensando nela (sim, pensar conta como funcionando se você é um blogueiro) antes de realmente escrever.

Muito antes de se sentar para colocar a caneta digital no papel, você precisa ter tudo o que precisa para sentar e escrever. Muitos novos blogueiros ignoram o processo de planejamento e, embora você possa fugir da fase de planejamento, fazer a lição de casa na verdade poupa tempo e ajuda a desenvolver bons hábitos de blog.

Escolha um tópico que lhe interessa

Há uma velha máxima que afirma: “Nada divertido para o escritor, nada divertido para o leitor”. Não importa em que setor você esteja trabalhando, como blogueiro, você deve viver e morrer por essa afirmação.

Antes de executar qualquer uma das etapas a seguir, escolha um tópico que realmente lhe interessa. Nada – e eu quero dizer NADA – matará um post no blog de maneira mais eficaz do que a falta de entusiasmo do escritor. Você pode dizer quando um escritor está entediado com o assunto, e é tão assustador que é um pouco embaraçoso.

Já posso ouvir suas objeções. “Mas Dan, eu tenho que criar um blog para uma empresa de fabricação de caixas de papelão.” Eu sinto sua dor, eu realmente sinto. Durante o curso de minha carreira, escrevi conteúdo para dezenas de clientes em alguns setores menos emocionantes (como conformidade regulatória financeira e moradia corporativa), mas a característica marcante de um blogueiro profissional é a capacidade de escrever bem sobre qualquer tópico, não importa quão seco possa ser. Os blogs são muito mais fáceis, no entanto, se você conseguir reunir pelo menos um pouco de entusiasmo pelo tópico em questão.

Você também precisa aceitar que nem todas as postagens colocam seu motor em funcionamento. Algumas postagens parecerão uma tarefa árdua, mas se você tiver controle editorial sobre o que escreve, escolha os tópicos que gostaria de ler – mesmo se eles se relacionarem com nichos de mercado. Quanto mais animado você estiver sobre o assunto, mais animados os leitores ficarão quando o lerem.

Se você está realmente desesperado por inspiração, confira nossa lista de oito geradores de tópicos de blogs para ajudá-lo.

Ótimas postagens no blog não acontecem apenas. Até os melhores blogueiros precisam de uma idéia aproximada para mantê-los na pista. É aqui que entram os contornos.

Um esboço não precisa ser longo nem detalhado – é apenas um guia para garantir que você não divague sobre algo tangencial ao seu tópico.

Faça sua pesquisa

Um dos maiores segredos que os blogueiros profissionais (inclusive eu) não querem que você saiba é que na verdade não sabemos tudo. Verdade seja dita, às vezes não sabemos nada sobre um tópico antes de nos sentarmos para escrever sobre ele.

Isso não significa que todos os blogueiros são falsas falsas. Pelo contrário, a curiosidade natural de muitos blogueiros é o que os torna ótimos no que fazem. Se você escreve para ganhar a vida, precisa se sentir confortável pulando de um tópico para o outro, mesmo que não saiba nada sobre isso. O que nos permite fazer isso e escrever com autoridade sobre áreas de assunto que são novas para nós é saber como pesquisar adequadamente uma postagem no blog.

É quase desnecessário dizer, mas confiar apenas na Wikipedia como fonte primária é quase sempre uma má idéia. Sim, Wikipedia faz tem milhares de artigos excelentemente pesquisados, mas não é infalível, e os fatos errôneos fazem o seu caminho em artigos sem local editores percebesse. Além disso, todos os fatos verificáveis ​​no site são citados em links de outros lugares da Web, então por que citar o intermediário?

Se você conta com informação de terceiros para escrever sua postagem no blog, escolha fontes autorizadas. Associações oficiais, sites do governo, documentos de pesquisa muito citados e especialistas proeminentes do setor são todos bons exemplos. Porém, ninguém está certo o tempo todo, portanto, aborde todas as fontes com o ceticismo praticado por um jornalista e questione tudo até que você tenha certeza de que suas noticias são sólidas.

Verifique seus fatos

Alguns anos atrás, editei um artigo escrito por um colega focado nos destaques de uma grande conferência de tecnologia. O escritor, dentro de um prazo seriamente apertado, fez um excelente trabalho ao escrever ótimas cópias praticamente em pouco tempo, mas não conseguiu verificar adequadamente seus fatos. Ele citou um artigo da Forbes no qual o escritor alegou que Steve Jobs estava usando o PowerPoint no palco – algo que nunca aconteceu. Foi um jornalismo preguiçoso por parte do escritor da Forbes e um erro fácil de cometer por parte do meu colega, mas o resultado foi o mesmo; um artigo mal pesquisado impactou diretamente outro, porque ambos os escritores não fizeram sua devida diligência

Imagens facilitam a compreensão de tópicos complexos

Vamos ser sinceros – às vezes, o marketing digital (e centenas de outros tópicos de nicho) não é o assunto mais acessível para os novatos. É por isso que as imagens são uma parte essencial do seu kit de ferramentas para blogs, se você deseja expandir seu público. Diagramas, gráficos, infográficos , tabelas e outros recursos visuais podem ajudar seus leitores a entender tópicos abstratos ou complexos e entender os pontos que você está tentando destacar

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